
Sobriedade
Não farei promessas.
Na sombra das velas,
no silêncio da dúvida,
eu me torno certeza.
Nas idas e vindas,
chegadas e partidas,
sou testemunha das despedidas.
E entre a pretensão de ficar
e a necessidade de partir,
aprendi,
entre as lágrimas,
sorrir.
Abri mão do egoísmo,
de reconhecer o paraíso,
tão somente em meu tolo desejo.
Deixo livre minhas vontades.
Sem a rebeldia insana,
sem a sabedoria plena,
encaro todas as surpresas
como desafio de sobriedade.
Então, abandono quem eu era,
compreendendo que,
o que ontem foi inverno,
e o que hoje é primavera,
em breve,
será verão.
Cristian Ribas
Não farei promessas.
Na sombra das velas,
no silêncio da dúvida,
eu me torno certeza.
Nas idas e vindas,
chegadas e partidas,
sou testemunha das despedidas.
E entre a pretensão de ficar
e a necessidade de partir,
aprendi,
entre as lágrimas,
sorrir.
Abri mão do egoísmo,
de reconhecer o paraíso,
tão somente em meu tolo desejo.
Deixo livre minhas vontades.
Sem a rebeldia insana,
sem a sabedoria plena,
encaro todas as surpresas
como desafio de sobriedade.
Então, abandono quem eu era,
compreendendo que,
o que ontem foi inverno,
e o que hoje é primavera,
em breve,
será verão.
Cristian Ribas
