Monto teu nome
com recortes de jornal
achando normal
o mais sublime absurdo.
Acho que estou surdo
para os granhidos
da fúria animal
ou de qualquer cólera
que me queira
fazer mal.
Não fico no chão
pois o amor
me leva às nuvens
em asas leves,
brisa breve
que se escreve
no meu peito.
Qualquer conceito
se torna vago,
opaco,
subjetivo,
quando estou
contigo.
E o definitivo
se desenha em teu rosto
no gosto
que só eu
aprecio.
Cristian Ribas
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